BlogMatheus Esperon
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3 grandes lições que o cinema me ensinou

Pessoal

Quando eu tinha 6 anos, o Windows 98 foi lançado, soldados norte-americanos estacionados no Golfo Pérsico receberam as primeiras vacinações contra o carbúnculo, e os meus pais se separaram. A única coisa que eu lembro dessa época é que as pessoas ficavam tentando me confortar enquanto eu pensava apenas em uma coisa: dois presentes de aniversário, Natal e Dia das Crianças por ano. Divórcio é show!

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O dia em que errei e perguntei pra um judeu se ele sentia raiva de Hitler

Pessoal

Não há afirmação mais equivocada do que “perguntar não ofende”. Ok, “o ar é composto por pequenos cabritos microscópicos” ou “O Homem de Aço é um bom filme” são declarações muito mais imprecisas. Mas a alegação de que indagações são incapazes de insultar alguém cai por terra quando você está no almoço anual de família, nota que sua distante tia Gertrude está mais redonda e pergunta se ela está grávida quando na verdade ela só engordou mesmo.

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Qual o melhor super poder que alguém pode ter no mundo real?

Filmes

Há anos somos bombardeados — de maneira figurada, graças a Deus — por super-heróis na mídia. Sejam personagens que podem voar, atirar lasers pelos olhos ou adivinhar que Bruce Wayne é o Batman apenas observando sua triste e rica face. Com tantos exemplos em HQs, séries e filmes, é quase impossível não pensar em como seriam as nossas vidas com algum desses poderes.

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Workshop: Transformando o Electro de O Espetacular Homem-Aranha 2 num vilão melhor

Filmes

Um dos maiores erros do último Homem-Aranha é o Electro. Mais especificamente, a transformação de Max Dillon (Ray Charles) no azulão elétrico e as suas motivações como vilão. Se você não viu o filme (ou já esqueceu), Max é um funcionário da Oscorp com o poder involuntário da invisibilidade, fazendo com que ele seja completamente ignorado por todos até ser salvo pelo Cabeça de Teia. O herói dá uma moral pro cara dizendo que ele é seus “olhos e ouvidos” na rua, vai embora, e Dillon fica instantaneamente obcecado pelo Amigão da Vizinhança — tal como eu estou até hoje com Frozen, por exemplo.

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Apertem os cintos… o piloto sumiu?!

Pessoal

Tal como uma pessoa que espera que o terceiro Hobbit seja bom, você pode me chamar de sonhador, mas eu acredito que no futuro todos os tipos de veículo dispensarão a presença de um condutor. Dos carros até mesmo os aviões, como o documentário futurista Jay Jay, o Jatinho ilustrava muito bem.

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Review | X-Men – Dias de Um Passado Futuro Esquecido do Presente

Filmes

Honestamente não sei como surgiu a expressão “queimar a língua”. Se você imaginar um cenário pra sua criação, não faz sentido. Imagine uma criancinha em frente ao fogão, esperando sua mãe fazer o brigadeirão de domingo na panela quando, tomada pelo espírito YOLO, ela dá uma colherada no conteúdo marrom do utensílio de metal e queima sua língua com o doce néctar de chocolate em forma de lava. “Queimar a língua” então deveria ser uma expressão pra ser apressado e fazer algo antes da hora.

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