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O dia em que errei e perguntei pra um judeu se ele sentia raiva de Hitler

Pessoal Matheus Esperon

Não há afirmação mais equivocada do que “perguntar não ofende”. Ok, “o ar é composto por pequenos cabritos microscópicos” ou “O Homem de Aço é um bom filme” são declarações muito mais imprecisas. Mas a alegação de que indagações são incapazes de insultar alguém cai por terra quando você está no almoço anual de família, nota que sua distante tia Gertrude está mais redonda e pergunta se ela está grávida quando na verdade ela só engordou mesmo.

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