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Cambriana

Pessoal Christian Kaisermann

Para quem me conhece, sabe o quanto eu tenho de prazer em conhecer novas (e desconhecidas) bandas. Tanto gosto que, fica praticamente impossível amigos próximos não me zoarem, seja de hipster, seja de cult ou qualquer coisa do tipo. Como consequência disso, volta e meia fico dividido entre duas coisas: será que devo dividir essa banda nova com as pessoas?

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3 grandes lições que o cinema me ensinou

Pessoal Matheus Esperon

Quando eu tinha 6 anos, o Windows 98 foi lançado, soldados norte-americanos estacionados no Golfo Pérsico receberam as primeiras vacinações contra o carbúnculo, e os meus pais se separaram. A única coisa que eu lembro dessa época é que as pessoas ficavam tentando me confortar enquanto eu pensava apenas em uma coisa: dois presentes de aniversário, Natal e Dia das Crianças por ano. Divórcio é show!

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O dia em que errei e perguntei pra um judeu se ele sentia raiva de Hitler

Pessoal Matheus Esperon

Não há afirmação mais equivocada do que “perguntar não ofende”. Ok, “o ar é composto por pequenos cabritos microscópicos” ou “O Homem de Aço é um bom filme” são declarações muito mais imprecisas. Mas a alegação de que indagações são incapazes de insultar alguém cai por terra quando você está no almoço anual de família, nota que sua distante tia Gertrude está mais redonda e pergunta se ela está grávida quando na verdade ela só engordou mesmo.

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Workshop: Transformando o Electro de O Espetacular Homem-Aranha 2 num vilão melhor

Filmes Matheus Esperon

Um dos maiores erros do último Homem-Aranha é o Electro. Mais especificamente, a transformação de Max Dillon (Ray Charles) no azulão elétrico e as suas motivações como vilão. Se você não viu o filme (ou já esqueceu), Max é um funcionário da Oscorp com o poder involuntário da invisibilidade, fazendo com que ele seja completamente ignorado por todos até ser salvo pelo Cabeça de Teia. O herói dá uma moral pro cara dizendo que ele é seus “olhos e ouvidos” na rua, vai embora, e Dillon fica instantaneamente obcecado pelo Amigão da Vizinhança — tal como eu estou até hoje com Frozen, por exemplo.

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